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Internet

O palco do Festival da Canção 2020 já se encontra pronto e os primeiros ensaios já decorreram na arena do Coliseu de Elvas.

 

Depois da vitória do Salvador Sobral, a RTP tem vindo a apostar na descentralização do certame. Em 2018, o festival teve lugar na cidade de Guimarães e no ano passado rumou a Portimão. O palco de Elvas volta mais uma vez a apostar em LEDs e, em conformidade com os anos anteriores, a apresentar uma estrutura diferente e adaptada ao Coliseu.

 

Das duas semifinais do concurso saíram oito finalistas, Bárbara Tinoco, Elisa, Filipe Sambado,  Throes + The Shine, Jimmy P, Tomás Luzia, Kady e Elisa Rodrigues, mas apenas um conquistará uma viagem até Roterdão para representar Portugal na Eurovisão. O tema será escolhido com base na votação do júri e do público, num esquema de 50/50.

 

Mar Digital apoia participação dos Throes + The Shine

 

Nesta edição do Festival da Canção, a Mar Digital realizou um trabalho de apoio na divulgação da televotação dos Throes + The Shine, pois o vocalista, Mob Dedaldino, é ex-aluno da Escola Profissional Raul Dória, nossa cliente.

 

“Muito obrigado pelo suporte” foram as palavras dirigidas à Mar Digital pelo Mob Dedaldino, partilhadas no seu Instagram, relativamente ao nosso trabalho. Aproveitamos para partilhar que foi com um enorme prazer que realizamos este trabalho, desejando a todos os concorrentes boa sorte para a final de hoje à noite!

 

Os portuenses Throes + The Shine, que começaram por ser a junção da banda pós-hardcore Throes com o duo The Shine numa mistura de rock e kuduro e evoluíram para mais do que isso, sem tanto rock como no início, trouxeram com eles Movimento, a chamar a atenção com dança.

 

Festival da Canção aposta cada vez mais no digital

 

O Festival da Canção nos últimos anos tem-se tornado cada vez mais digital. Depois de a RTP auscultar a opinião dos seguidores das redes sociais do Festival da Canção, eis que nasce o #SemFiltro especial Festival da Canção, conduzido pela repórter Joana Martins, que gere a componente digital da marca Festival da Canção.

 

O #SemFiltro especial Festival da Canção partilha semanalmente às 18h de todas as quartas-feiras as novidades do mundo da Eurovisão e da seleção nacional no YouTube do Festival. Os diretos acontecem também às quartas-feiras, pelas 16h, no Facebook e Instagram.

 

As plataformas digitais, além de meios de comunicação do antes, durante e pós Festival, também se têm afirmado como ótimos meios para medir o favoritismo do público, no que às músicas concorrentes diz respeito.

 

YouTube revela os favoritos do público

 

É normal haver as habituais análises e apostas sobre o favoritismo de cada canção, no entanto, uma métrica que se tem tornado progressivamente mais notória é a plataforma YouTube. Os fãs do Festival da Canção decidem as suas preferências depois de algumas escutas dos vídeos oficiais colocados pela RTP.

 

Isto é uma espécie de sondagem e apesar de algumas tendências serem claras, ninguém pode afirmar que estes vão ser os resultados finais, no entanto, as músicas ‘O Jardim’  e ‘Telemóveis’ foram tanto vencedores da votação do Festival como foram das visualizações online.

 

Na edição deste ano, a atuação de Bárbara Tinoco foi uma das mais vistas e comentadas nas redes sociais. No Youtube, o tema “Passe-Partout”, composto por Tiago Nacarato, soma mais de 900 mil visualizações, tendo já entrado nas tendências.

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Social Media

No passado dia 12 de Setembro, o Parlamento Europeu aprovou uma proposta de alterações significativas relativamente aos direitos de autor no mercado único digital, que ainda serão alvo de avaliação em janeiro de 2019, podendo sofrer alterações.

O Artigo 13 faz parte de uma nova diretiva sobre os direitos de autor, criada com o objetivo de proteger a criatividade e de encontrar formas mais eficazes de os detentores dos direitos de autor protegerem o respetivo conteúdo online.


A forma como conhecemos a internet poderá mudar na Europa


A proposta tem sido alvo de várias polémicas, porque as plataformas e as redes sociais vão passar a ter mecanismos que impedem a publicação de imagens ou vídeos que estejam protegidos por direitos de autor.


Com o objetivo de facilitar o apuramento dos direitos de autor, a proposta passa por responsabilizar as plataformas de vídeo e redes sociais a filtrar os conteúdos. Neste tema, há quem se encontra a favor, referindo que a legislação defende a propriedade intelectual dos criadores e aqueles que estão contra, argumentam que a legislação vai condicionar a liberdade de expressão ao filtrar aquilo que chega à internet.


Liberdade condicionada para futuras publicações


Resumidamente, com a provação do Artigo 13, as futuras publicações dos utilizadores, vão ter que ser repensadas. Se publicar uma fotografia sua, em que esteja usando uma camisola em que esteja estampada uma determinada marca de uma empresa ou de outra entidade que tenha direitos de autor, essa mesma empresa poderá processá-lo, uma vez que detém esses mesmos direitos de autor da marca. O Artigo 13 é, por isso, fatal para todos aqueles que gostam de partilhar os seus momentos na internet ou até gifs animados de excertos de filmes ou séries que já se tornaram parte da cibercultura.


Youtubers lançaram polémica em torno do Artigo 13


O Artigo 13 foi dado a conhecer por vários youtubers de todo mundo, tendo mesmo a plataforma de vídeos pedido aos utilizadores que fizessem publicações referentes a esta temática para alcançar o maior número de pessoas.


De forma a esclarecer não só os youtubers, mas a comunidade em geral, o porta-voz do Parlamento Europeu disse, em comunicado, que “muitas das alterações à proposta original da Comissão Europeia pretendem garantir que artistas, nomeadamente músicos, intérpretes e autores de textos, bem como editores de notícias e jornalistas, sejam pagos pelo seu trabalho quando são utilizados através da partilha de plataformas como o Youtube ou o Facebook e agregadores de notícias, como o Google Notícias”.


Admitiu, ainda, que o Artigo 13 tem sido alvo de debate. No entanto, garantiu que “quando a poeira assentar, a Internet continuará tão livre quanto é hoje, os criadores e jornalistas estarão a ganhar uma parcela mais justa das receitas geradas pelas suas obras e estaremos a perguntar-nos sobre o motivo de todo este alarido”.

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