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Social Media

A globalização e a acentuada evolução da internet e dos dispositivos móveis revolucionaram os paradigmas de atuação sociais e profissionais na última década. Hoje em dia são raras as pessoas que não estão ligadas à internet.

 

Ao considerar a necessidade de inovação, as empresas recriaram artifícios internos, começaram a identificar oportunidades de sucesso e otimizaram os seus recursos. Acompanhar as tendências de mercado melhora a prestação interna, a satisfação do cliente e torna a empresa significativamente mais competitiva.

 

Com o surgimento de novas empresas, novas formas de negócio e novas profissões / profissionais, a Gala dos Globos de Ouro, da SIC, decidiu incluir este ano uma nova categoria a premiar, Digital.

 

Globos de Ouro 2019

 

A 24.ª Edição dos Globos de Ouro decorreu como tem sido habitual no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Foi apresentada pela primeira vez por Cristina Ferreira e transmitida pela SIC, uma das duas organizadoras dos prémios juntamente com a revista Caras, mantendo a cobertura televisiva também na SIC Caras.

 

Cristina Ferreira foi a anfitriã desta noite cheia de glamour e elegância, em que foram premiados os melhores de Portugal. Uma noite que não deixa ninguém indiferente e onde os melhores looks brilham na passadeira vermelha.

 

Os prémios são atribuídos a profissionais portugueses de diversas áreas, desde o Teatro ao Desporto, passando pelo Cinema, Moda e Música, Humor, Entretenimento, Jornalismo e o nosso tão querido, Digital.

 

Bumba na Fofinha, a grande vencedora!

 

Mariana Cabral, a autora do blogue Bumba na Fofinha, foi distinguida com o troféu de Personalidade do Ano na Categoria Digital na 24.ª Gala dos Globos de Ouro.

A jovem começou por escrever textos humorísticos no Facebook, mas um dia, depois de partir um dedo, viu-se impossibilitada de escrever e começou a fazer vídeos. O sucesso foi tal que nunca mais parou. Em 2018, enfrentou o medo do palco, que a impediu de seguir o sonho de ser atriz, e subiu ao Digital Stage do Rock in Rio perante milhares de pessoas.

 

Os restantes nomeados para esta categoria apresentada por Júlia Pinheiro e Hernâni Carvalho foram:

  • Cristina Fonseca (Indico Capital Partners);

  • José Neves (Farfetch);

  • Luís Rodrigues (Insónias em Carvão);

  • Paulo Rosado (OutSystems).

 

A importância dos bloggers para as marcas

 

Os bloggers são os novos líderes de opinião e num mundo em que a produção de conteúdo está em voga, é cada vez mais difícil para as marcas destacarem-se no meio de tantas outras.

 

É por isso que recorrer a pessoas que construíram a sua imagem, e evidenciam influência nas decisões do consumidor, pode acrescentar valor a determinada empresa.

 

A recomendação de um produto ou serviço por um influenciador, com quem os consumidores já estão envolvidos, não é muito diferente de ter um amigo a fazer a mesma sugestão.

Isto torna a parceria com influenciadores a estratégia perfeita para aumentar a reputação online da marca e a probabilidade de adquirir novos clientes.

 

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Social Media

As redes sociais chegaram e venceram todas as barreiras, e hoje em dia, já existem redes sociais para todos os gostos. Inicialmente o Instagram era utilizado pelo público para compartilhar imagens dos seus momentos mais marcantes, mas com o tempo, a aplicação foi evoluindo e hoje é utilizada por diversas empresas como um meio de gerar experiência com o consumidor final.

A maioria das empresas tem uma presença em pelo menos uma rede social, sendo o Facebook a primeira escolha, no entanto, o Instagram pode ser essencial para potenciar e promover o crescimento do seu negócio.

Instagram é vantajoso para qualquer tipo de empresa ou negócio

O Instagram, assim como as restantes redes sociais, enquanto canal de comunicação, permite-nos chegar a um público muito mais abrangente. É de salientar que, cada vez mais, as grandes e pequenas empresas com presença digital, utilizam esta rede social para divulgar algum tipo de conteúdo.

Por isso, a teoria que muitas empresas defendem, alegando que estar presente no Instagram não é vantajoso, uma vez que é uma plataforma direcionada para conteúdo visual e, como tal, mais adequada a negócios que se dediquem à venda de produtos, não corresponde à verdade.

Esta plataforma também é ideal para as empresas de serviços. Com um pouco de criatividade, todas as empresas conseguem dar a conhecer melhor a sua marca. Sempre que pensar no Instagram, lembre-se que é mais um meio para melhorar a experiência com o seu cliente.

A melhor forma de divulgar a sua marca, é estar presente onde as pessoas estão

O Instagram é a rede social ideal para mostrar a identidade da sua empresa, com conteúdos divertidos e que mostrem ao público o ADN da sua marca.

Além disso, o Instagram permite ainda um grande nível de interação com os utilizadores. Partilhar o conteúdo dos outros utilizadores é uma grande tendência. As hashtags também assumem um papel fundamental nesta rede social, pois é através de identificações que irá aproximar ainda mais os seus seguidores da sua empresa e motivá-los a interagir com a sua página.


Instagram permite levar a sua criatividade ao extremo

A generalidade do público está cada vez mais resistente ao marketing clássico que, por sua vez, não funciona tão bem como antigamente. Por isso, a utilização das redes sociais torna-se vital, sendo que o Instagram é atualmente a melhor rede social para alguns segmentos de mercado, como é o caso do público jovem.

Esta plataforma, permite que as empresas e marcas possam divulgar as suas ideias de forma descontraída, algo que, naturalmente, também atrai o público jovem.

Posts patrocinados continuam a ser uma boa opção para marcar presença nas redes sociais

Tal como o Facebook, o Instagram também tem a possibilidade de impulsionar a divulgação das suas publicações, mostrando a imagem escolhida no feed de mais pessoas e, consequentemente, atingindo mais targets. Nalguns casos, o patrocínio de posts é importante para impulsionar de forma mais célere o alcance das publicações.

 
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Social Media

No passado dia 12 de Setembro, o Parlamento Europeu aprovou uma proposta de alterações significativas relativamente aos direitos de autor no mercado único digital, que ainda serão alvo de avaliação em janeiro de 2019, podendo sofrer alterações.

O Artigo 13 faz parte de uma nova diretiva sobre os direitos de autor, criada com o objetivo de proteger a criatividade e de encontrar formas mais eficazes de os detentores dos direitos de autor protegerem o respetivo conteúdo online.

A forma como conhecemos a internet poderá mudar na Europa

A proposta tem sido alvo de várias polémicas, porque as plataformas e as redes sociais vão passar a ter mecanismos que impedem a publicação de imagens ou vídeos que estejam protegidos por direitos de autor.

Com o objetivo de facilitar o apuramento dos direitos de autor, a proposta passa por responsabilizar as plataformas de vídeo e redes sociais a filtrar os conteúdos. Neste tema, há quem se encontra a favor, referindo que a legislação defende a propriedade intelectual dos criadores e aqueles que estão contra, argumentam que a legislação vai condicionar a liberdade de expressão ao filtrar aquilo que chega à internet.


Liberdade condicionada para futuras publicações

Resumidamente, com a provação do Artigo 13, as futuras publicações dos utilizadores, vão ter que ser repensadas. Se publicar uma fotografia sua, em que esteja usando uma camisola em que esteja estampada uma determinada marca de uma empresa ou de outra entidade que tenha direitos de autor, essa mesma empresa poderá processá-lo, uma vez que detém esses mesmos direitos de autor da marca. O Artigo 13 é, por isso, fatal para todos aqueles que gostam de partilhar os seus momentos na internet ou até gifs animados de excertos de filmes ou séries que já se tornaram parte da cibercultura.

Youtubers lançaram polémica em torno do Artigo 13

O Artigo 13 foi dado a conhecer por vários youtubers de todo mundo, tendo mesmo a plataforma de vídeos pedido aos utilizadores que fizessem publicações referentes a esta temática para alcançar o maior número de pessoas.

De forma a esclarecer não só os youtubers, mas a comunidade em geral, o porta-voz do Parlamento Europeu disse, em comunicado, que “muitas das alterações à proposta original da Comissão Europeia pretendem garantir que artistas, nomeadamente músicos, intérpretes e autores de textos, bem como editores de notícias e jornalistas, sejam pagos pelo seu trabalho quando são utilizados através da partilha de plataformas como o Youtube ou o Facebook e agregadores de notícias, como o Google Notícias”.

Admitiu, ainda, que o Artigo 13 tem sido alvo de debate. No entanto, garantiu que “quando a poeira assentar, a Internet continuará tão livre quanto é hoje, os criadores e jornalistas estarão a ganhar uma parcela mais justa das receitas geradas pelas suas obras e estaremos a perguntar-nos sobre o motivo de todo este alarido”.

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